... sou ciumenta, sim! Por mais que eu tente negar, eu assumo: sinto ciúmes. Mas quem não sente? Não é o tipo do ciúme doentio, que está ligado à posse e obsessão com uma pessoa, mas aquela dorzinha de cotovelo que dá quando tu sabe que a pessoa que te interessa está com outra pessoa, independente do que esteja fazendo. Isso me incomoda, porque eu queria estar lá junto. Quero saber das coisas, tenho necessidade de informação. Sei lá se isso é ciúmes ou simples curiosidade e desejo de saber, de estar... mas não posso dizer que não sinto ciúmes, porque estaria mentindo.
Essa coisa de escrever aqui está me fazendo muito bem, estou encontrando muitas respostas que eu imaginava estarem ocultas dentro de mim. O blog aliado aos quizzes do Facebook (tá, tem uns bem idiotas) estão me fazendo enxergar muita coisa que eu não via antes. Estou compreendendo muita coisa e aprendendo muito sobre mim, sobre o que eu sinto e o que eu quero. Estou gostando de descobrir. Não estou gostando é do que estou descobrindo. Não que não esteja gostando, mas estou me dando conta que as coisas que eu quero não vão de encontro com o que me tem sido oferecido. Por um lado, é maravilhoso perceber que isso está acontecendo porque vai evitar muito sofrimento futuro, e eu não gosto de sofrer. Melhor perceber as coisas no início, antes de subir muito aos céus, pois é como dizem: quanto maior a altura, maior a queda. Eu não posso é continuar fingindo pra mim mesma que sei lidar com uma situação que a minha natureza não aceita, não compreende. Não posso passar por cima dos meus ideais em prol de algo que nem sequer existe. Acima de tudo, eu preciso estar centrada em mim mesma, no que eu acredito. Mas as mulheres, principalmente, tendem a se enganar e se transformar para agradar alguém. Os homens não são assim, eles são do tipo: sou assim, se quiser é desse jeito. Nós não, nos adaptamos para conquistar. Só que no fundo isso não dura muito tempo, tudo que ocultamos vem à tona, mais cedo ou mais tarde. Aí vemos que o outro não era tudo aquilo e nos decepcionamos. Então, o melhor a fazer é não se estressar. O mundo é tão grande, tão cheio de gente... sempre tem um chinelo velho para um pé torto, hehehe.
Um comentário:
oi querida! botar pra fora faz bem mesmo! mas a gente desabafa e depois se dá conta que mudar o jeito de ser é muito mais difícil! keep on shinning silver girl! xoxo
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