quarta-feira, 3 de novembro de 2010

musicoterapia

Caramba, nem sei se esse termo existe, mas se existir, já tem uma adepta. Eu sempre gostei de música, na verdade, sou uma música frustrada. Nunca aprendi a tocar nada, nenhum instrumento, a não ser na parede ou no chão. Queria ser cantora, queria tocar baixo. Nada disso se concretizou. Mas eu amo música, apesar de não viver dela. Minha cabeça funciona como um rádio o tempo todo, tô sempre com uma música em mente.
Músicas me ajudam a aprender uma língua estrangeira, a expressar meus sentimentos. Sempre tem uma música que se encaixa certinho com o que tu quer dizer e não consegue. Sempre me expresso através de uma música. No Facebook, por exemplo, estou quase sempre postando trechos de músicas no meu mural, preciso externalizar o que passa na minha cabeça de alguma forma, senão sufoco. E sempre tem uma canção que é feita pra ti, para o momento em que tu estás vivendo. Quanto mais triste ou feliz eu estou, mais tenho necessidade de ouvir e cantar músicas. Hoje, especialmente, Ana Carolina está sentando como uma luva.
O mais legal é que eu percebo a minha melhora de humor através das músicas que de repente brotam na minha mente. No meio da fossa que estou vivendo hoje, agora me veio a música "Alto e distante daqui", da saudosa banda gaúcha Ultramen. Acho que estou começando a voltar ao normal, botando as idéias no lugar... Se pintar mais inspirações, volto aqui.
Segue a letra:

Alto e distante daqui
Não vejo mais porque me enganar
Pois o tempo todo que passei por aqui
Foi muito bom, foi bom demais

Me ajudou, me fez melhorar
E agora eu quero
Eu quero voar sem avião
Quando eu cair não ligue não

Pois na hora H vou saber pular
Na boca atenção em primeiro lugar
Vou me divertir eu não vou fugir
Vem voar comigo você vai curtir

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